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Despesas inesperadas com a saúde ou a perda do emprego são alguns dos riscos que aconselham a criação de um fundo de emergência, separado das outras poupanças que possa ter. A alternativa é o recurso ao crédito, cada vez mais caro, para responder a situações imprevistas.
Os especialistas recomendam três a seis vezes o rendimento mensal familiar. Se o rendimento mensal de uma família for de 1.500 euros, por exemplo, o fundo de emergência deve conter entre 4.500 e nove mil euros.
Para uma melhor adaptação à sua situação específica, some todas as despesas fixas com habitação, escolas, saúde, alimentação, transportes e seguros. Multiplique o resultado da soma por seis e acha o montante que deve colocar de lado como fundo de emergência. É dinheiro que será muito útil para fazer face às despesas fixas enquanto não encontra novo posto de trabalho, por exemplo. Daí que seja importante colocar o fundo de emergência em depósitos com facilidade de liquidação antecipada e com o menor nível de risco possível.