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Fecho dos mercados: Bons resultados animam bolsas. Juros aliviam

As bolsas europeias estão a registar ganhos, animadas pelos bons resultados das empresas para o terceiro trimestre. No mercado de dívida, os juros estão a aliviar de forma generalizada.

EPA
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Os mercados em números

PSI-20 subiu 0,92% para 5.042,74 pontos

Stoxx 600 subiu 1,58% para 364,99 pontos

S&P 500 valoriza 1,39% para 2.788,98 pontos 

"Yield" a 10 anos de Portugal recua 6,1 pontos para 1,940%

Euro sobe 0,08% para 1,1588 dólares

Petróleo recua 0,20% para 80,62 dólares por barril, em Londres

 

Bolsas sobem com investidores de olhos nos resultados

As bolsas europeias fecharam com ganhos, a reflectir a expectativa em torno dos resultados do terceiro trimestre. O Stoxx600 avançou 1,58%, numa sessão em que o sector de media se destacou, depois de o Omnicom Group ter reportado números que superaram as estimativas dos analistas.

 

Nos EUA, os bancos Goldman Sachs e Morgan Stanley também apresentaram resultados trimestrais que agradaram aos investidores, numa sessão em que as contas de empresas do sector tecnológico (Adobe) e da saúde (UnitedHealth e Johnson & Johnson) também saíram acima do estimado pelos analistas, reforçando a confiança na economia americana.

 

Na bolsa nacional, o PSI-20 apreciou 0,92%, numa sessão em que os títulos da Nos, Mota-Engil e CTT avançaram mais de 3%.

 

Juros aliviam na Zona Euro

Os juros da dívida estão a descer na generalidade dos países do euro, com destaque para a Itália, onde o governo de coligação chegou ontem a um acordo sobre o Orçamento do Estado para 2019. A ‘yield’ associada às obrigações italianas a dez anos alivia 9,3 pontos base para 3,453%, enquanto em Espanha, no mesmo prazo, a queda é de 3,6 pontos para 1,643%.

 

Em Portugal, os juros a dez anos recuam 6,1 pontos para 1,940%, e na Alemanha aliviam 1,2 pontos para 0,491%.

Taxas Euribor sobem a seis e nove meses

As taxas Euribor tiveram comportamentos distintos esta sessão. As taxas a três e 12 meses mantiveram-se nos -0,318%, e -0,156%, respectivamente. Já a taxa a seis meses subiu para -0,265% e a Euribor a 12 meses aumentou para -0,156%.

Apetite pelo risco trava dólar

A divisa norte-americana está a cair. Uma queda que é justificada, de acordo com os analistas consultados pela CNBC, pela subida das acções, o que revela um aumento do apetite pelo risco. O euro está a subir 0,08% para 1,1588 dólares. 

 

"As acções parecem estar a subir novamente a nível global e a inverterem ligeiramente o sentimento de pânico a que assistimos na semana passada", afirmou Mark McCormick, responsável pela estratégia cambial da TD Securities, em Toronto.

 

Aumento das reservas nos EUA pressiona petróleo

Os preços do "ouro negro" estão a recuar nos mercados internacionais. O Brent, negociado em Londres, está a cair 0,20% para 80,62 dólares por barril, enquanto o West Texas Intermediate (WTI), em Nova Iorque, recua 0,26% para 71,58 dólares.

 

As cotações estão sob pressão depois de o Departamento de Energia dos EUA ter revelado um aumento das reservas de petróleo. De acordo com os dados, as reservas norte-americanas devem ter subido na semana passada pela quarta semana positiva, em cerca de 1,1 milhões de barris.

 

Ouro perto de máximo de dois meses

Os preços do metal amarelo estão a subir 0,10% para 1.228,26 dólares por onça, negociando perto de um máximo de dois meses alcançado na sessão anterior.

 

Os investidores continuam a procurar a segurança do ouro, considerado um activo de refúgio em momentos de tensão política e incerteza económica.

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