As acções da Sonae SGPS fecharam a sessão a subir 5,19%, o que corresponde ao maior ganho diário desde Março, com uma liquidez acentuada. Só esta sessão trocaram de mãos mais de 6,62 milhões de acções, o que compara com uma média diária de 3,14 milhões. Os títulos fecharam esta sessão a valer 0,872 euros, recuperando de mínimos de Março de 2017.

A subida das acções da Sonae SGPS surge um dia depois de a holding ter revelado que falhou a oferta pública de venda (OPV) da Sonae MC. O objectivo era colocar mais de 20% desta unidade de retalho em bolsa, mas as condições adversas do mercado ditaram o cancelamento da operação.
A Sonae SGPS anunciou ontem que a operação não seria realizada, justificando a decisão com as "condições adversas nos mercados internacionais". A empresa co-liderada por Paulo Azevedo e Ângelo Paupério esperava arrecadar cerca de 358 milhões de euros com esta operação que pretendia alienar pelo menos 21,7% (ou 217,36 milhões de acções) da MC, a unidade para o retalho, detentora da rede de hipermercados Continente.
A Sonae SGPS recupera assim de mínimos de Março de 2017, atingidos ainda na quinta-feira, um período marcado por quedas acentuadas nas bolsas, com o retalho a ser um dos focos. A Jerónimo Martins também tocou em mínimos de Janeiro de 2016 na quinta-feira, tendo esta sessão subido mais de 1,5% para 11,465 euros.

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As acções da Sonae SGPS fecharam a sessão a subir 5,19%, o que corresponde ao maior ganho diário desde Março, com uma liquidez acentuada. Só esta sessão trocaram de mãos mais de 6,62 milhões de acções, o que compara com uma média diária de 3,14 milhões. Os títulos fecharam esta sessão a valer 0,872 euros, recuperando de mínimos de Março de 2017.
A subida das acções da Sonae SGPS surge um dia depois de a holding ter revelado que falhou a oferta pública de venda (OPV) da Sonae MC. O objectivo era colocar mais de 20% desta unidade de retalho em bolsa, mas as condições adversas do mercado ditaram o cancelamento da operação.
A Sonae SGPS anunciou ontem que a operação não seria realizada, justificando a decisão com as "condições adversas nos mercados internacionais". A empresa co-liderada por Paulo Azevedo e Ângelo Paupério esperava arrecadar cerca de 358 milhões de euros com esta operação que pretendia alienar pelo menos 21,7% (ou 217,36 milhões de acções) da MC, a unidade para o retalho, detentora da rede de hipermercados Continente.
A Sonae SGPS recupera assim de mínimos de Março de 2017, atingidos ainda na quinta-feira, um período marcado por quedas acentuadas nas bolsas, com o retalho a ser um dos focos. A Jerónimo Martins também tocou em mínimos de Janeiro de 2016 na quinta-feira, tendo esta sessão subido mais de 1,5% para 11,465 euros.

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