"É justo e necessário o aumento do salário" e "o turismo a aumentar e os salários a baixar" foram algumas das palavras de ordem entoadas pelos manifestantes afectos à federação dos sindicatos de hotelaria e turismo (FESAHT).
À margem do protesto, a coordenadora da FESAHT, Maria das Dores Gomes, explicou que os trabalhadores estão descontentes por não estarem a ser valorizados numa altura em que "as receitas e os lucros dos patrões crescem".
"Não estão a renovar as instalações hoteleiras, os trabalhadores fazem horários de trabalho de 10/12 horas e a precariedade aumenta de forma assustadora", disse a sindicalista, lamentando que os trabalhadores estejam a ser nivelados pelo salário mínimo.
"O sector cresce mas os salários continuam a ser de miséria", afirmou.
Segundo o FESAHT, o patronato do turismo "acumula lucro há cinco anos consecutivos com níveis de crescimento nunca antes vistos".
No entanto, referem, as empresas "não fazem investimento e continuam a apostar em mão de obra barata e mal qualificada".
Os sindicatos pretendem assim uma melhoria geral dos salários, o desbloqueamento da contratação colectiva, horários "previsíveis", respeito pelas cargas horárias diárias e semanais e folgas periodicamente ao fim de semana, de forma a conjugar a actividade profissional com a vida pessoal e familiar dos trabalhadores.
Pedem ainda uma alteração do regime de estágio para combater o trabalho forçado e um maior investimento na qualificação e nos salários, de modo a fixar trabalhadores no sector e a melhorar a qualidade de serviço.

Para poder adicionar esta notícia aos seus favoritos deverá efectuar login.
Caso não esteja registado no site do Negócios, efectue o seu registo gratuito.

"É justo e necessário o aumento do salário" e "o turismo a aumentar e os salários a baixar" foram algumas das palavras de ordem entoadas pelos manifestantes afectos à federação dos sindicatos de hotelaria e turismo (FESAHT).
À margem do protesto, a coordenadora da FESAHT, Maria das Dores Gomes, explicou que os trabalhadores estão descontentes por não estarem a ser valorizados numa altura em que "as receitas e os lucros dos patrões crescem".
"Não estão a renovar as instalações hoteleiras, os trabalhadores fazem horários de trabalho de 10/12 horas e a precariedade aumenta de forma assustadora", disse a sindicalista, lamentando que os trabalhadores estejam a ser nivelados pelo salário mínimo.
"O sector cresce mas os salários continuam a ser de miséria", afirmou.
Segundo o FESAHT, o patronato do turismo "acumula lucro há cinco anos consecutivos com níveis de crescimento nunca antes vistos".
No entanto, referem, as empresas "não fazem investimento e continuam a apostar em mão de obra barata e mal qualificada".
Os sindicatos pretendem assim uma melhoria geral dos salários, o desbloqueamento da contratação colectiva, horários "previsíveis", respeito pelas cargas horárias diárias e semanais e folgas periodicamente ao fim de semana, de forma a conjugar a actividade profissional com a vida pessoal e familiar dos trabalhadores.
Pedem ainda uma alteração do regime de estágio para combater o trabalho forçado e um maior investimento na qualificação e nos salários, de modo a fixar trabalhadores no sector e a melhorar a qualidade de serviço.

X
Estamos a melhorar o serviço de alertas para o informar ainda melhor.
Copyright © 2018. Todos os direitos reservados. É expressamente proibida a reprodução na totalidade ou em parte, em qualquer tipo de suporte, sem prévia permissão por escrito da Cofina Media S.A. Consulte a Política de Privacidade Cofina.