A Highbridge Capital Management, a T. Rowe Price Associates, o Santander Asset Management, Morgan Stanley & Co. International e o Credit Suisse Group AG deixaram de ter uma participação qualificada no capital da Espírito Santo Saúde (ES Saúde), anunciou esta sexta-feira a companhia controlada pela Fidelidade.
Em comunicados distintos, a ES Saúde revela que todas estas gestoras de activos deixaram de ser accionistas da empresa, ou passaram a controlar posições residuais. Esta venda de acções surgiu na sequência da OPA lançada pela Fidelidade, operação através da qual a companhia de seguros controlada pelos chineses da Fosun passou a deter 96,1% do capital da empresa.
No final da OPA, ficaram dispersas em bolsa 3,7 milhões de acções da ES Saúde.
Devido a estes resultados na OPA, a Fidelidade pode lançar uma oferta potestativa sobre os restantes accionistas: obrigá-los a vender as suas acções pelos mesmos 5,01 euros da OPA. Por outro lado, também eles podem obrigar a seguradora a adquiri-los. Não se sabe se é o caso.
Uma parte relevante do capital da ES Saúde era detida por estas e outras sociedades gestores (como o UBS), sendo que grande parte deles vendeu a quase totalidade dos títulos na OPA.

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A Highbridge Capital Management, a T. Rowe Price Associates, o Santander Asset Management, Morgan Stanley & Co. International e o Credit Suisse Group AG deixaram de ter uma participação qualificada no capital da Espírito Santo Saúde (ES Saúde), anunciou esta sexta-feira a companhia controlada pela Fidelidade.
Em comunicados distintos, a ES Saúde revela que todas estas gestoras de activos deixaram de ser accionistas da empresa, ou passaram a controlar posições residuais. Esta venda de acções surgiu na sequência da OPA lançada pela Fidelidade, operação através da qual a companhia de seguros controlada pelos chineses da Fosun passou a deter 96,1% do capital da empresa.
No final da OPA, ficaram dispersas em bolsa 3,7 milhões de acções da ES Saúde.
Devido a estes resultados na OPA, a Fidelidade pode lançar uma oferta potestativa sobre os restantes accionistas: obrigá-los a vender as suas acções pelos mesmos 5,01 euros da OPA. Por outro lado, também eles podem obrigar a seguradora a adquiri-los. Não se sabe se é o caso.
Uma parte relevante do capital da ES Saúde era detida por estas e outras sociedades gestores (como o UBS), sendo que grande parte deles vendeu a quase totalidade dos títulos na OPA.

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