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Pedro Nuno Santos coordena PS no inquérito ao BES

José Magalhães, Filipe Neto Brandão, Ana Paula Vitorino e João Galamba serão os deputados socialistas que irão acompanhar a comissão de inquérito ao BES e ao GES.

07 de Outubro de 2014 às 18:14
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O deputado Pedro Nuno Santos será o coordenador do grupo parlamentar do Partido Socialista na comissão parlamentar de inquérito que irá acompanhar o caso Banco Espírito Santo, que se inicia esta semana.

 

Pedro Nuno Santos, licenciado em Economia, é membro de duas comissões permanentes: a de Orçamento, Finanças e Administração Pública e ainda a de Economia e Obras Públicas.

 

O economista irá coordenar uma equipa composta por outros quatro deputados. José Magalhães, Filipe Neto Brandão, Ana Paula Vitorino e João Galamba completam o leque de deputados socialistas nesta comissão de inquérito, confirmou o Negócios junto de fonte oficial do partido.

 

Magalhães esteve na comissão de inquérito à aquisição de material militar. Neto Brandão e Galamba no inquérito aos derivados financeiros "swap" subscritos por empresas públicas, sendo que o primeiro marcou presença também na comissão à compra de material militar. Já Ana Paula Vitorino foi secretária de Estado dos Transportes do Governo de José Sócrates.

 

Eurídice Pereira e Paulo Campos são os membros suplentes desta comissão que inicia trabalhos na próxima quinta-feira, 9 de Outubro. 

 

A comissão parlamentar de inquérito será presidida pelo social-democrata Fernando Negrão e, tendo sido proposta pelo PCP, foi aprovada por todas as bancadas a 19 de Setembro. O nome tem uma grande extensão: comissão de inquérito parlamentar à gestão do BES e do Grupo Espírito Santo, ao processo que conduziu à aplicação da medida de resolução e às suas consequências, nomeadamente quanto aos desenvolvimentos e opções relativos ao GES, ao BES e ao Novo Banco.

 

Durante o período máximo de 120 dias, a comissão terá de se debruçar sobre as práticas de gestão do BES – a constituição foi já decretada em Diário da República.

 

As práticas de gestão, o papel dos auditores, a supervisão e a medida de resolução que levou ao fim do BES são algumas das questões sobre as quais os deputados terão de trabalhar.

 

(Notícia actualizada às 18h25 com mais informações)

 

 

 

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