A Anacom fechou 2017 com um resultado líquido de 36,1 milhões de euros, o que representa um aumento de 0,6% face a 2016, de acordo com os dados divulgados esta segunda-feira, 6 de Agosto, pelo regulador através de comunicado.
Este valor será transferido quase na totalidade para o Estado, que receberá 33,6 milhões de euros "para serem utilizados no desenvolvimento das comunicações em Portugal, em benefício dos utilizadores finais".
Neste período, os rendimentos do regulador das telecomunicações cresceram 7% para 91,1 milhões de euros. Já os gastos totais "ascenderam a 55 milhões de euros, mais 11% do que o valor registado no período homólogo", adianta a mesma fonte.
A Anacom justifica este aumento dos custos com o facto de a sua capacidade de controlo ser "limitada" devido ao "reforço da provisão para processos judiciais em curso e à reposição integral das reduções remuneratórias finalizada em 2016, cujo efeito pleno se deu em 2017."
Excluindo este reforço das provisões o aumento dos custos seria "de apenas 4%", explica a mesma fonte.

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A Anacom fechou 2017 com um resultado líquido de 36,1 milhões de euros, o que representa um aumento de 0,6% face a 2016, de acordo com os dados divulgados esta segunda-feira, 6 de Agosto, pelo regulador através de comunicado.
Este valor será transferido quase na totalidade para o Estado, que receberá 33,6 milhões de euros "para serem utilizados no desenvolvimento das comunicações em Portugal, em benefício dos utilizadores finais".
Neste período, os rendimentos do regulador das telecomunicações cresceram 7% para 91,1 milhões de euros. Já os gastos totais "ascenderam a 55 milhões de euros, mais 11% do que o valor registado no período homólogo", adianta a mesma fonte.
A Anacom justifica este aumento dos custos com o facto de a sua capacidade de controlo ser "limitada" devido ao "reforço da provisão para processos judiciais em curso e à reposição integral das reduções remuneratórias finalizada em 2016, cujo efeito pleno se deu em 2017."
Excluindo este reforço das provisões o aumento dos custos seria "de apenas 4%", explica a mesma fonte.

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