Os supermercados da marca Central, em Moçambique, que tinham a participação da Sonae (em 30%), fecharam, e a sociedade que os geria entrou em processo de insolvência.
A Sonae garante, no entanto, que não tinha posição accionista suficiente para reverter esta situação. "O processo de insolvência resulta da impossibilidade de reverter a decisão do accionista maioritário de deixar de financiar o plano de negócios da empresa, não obstante termos sempre manifestado a nossa disponibilidade para continuar a financiar a nossa quota parte", revela ao Negócios fonte oficial da empresa de distribuição, acrescentando que "enquanto accionista minoritário, num cenário de cash flows negativos, não nos é possível impedir o desfecho de insolvência da empresa".
De acordo com uma notícia avançada pela Lusa, a S2, detida em 30% pela Sonae e em 70% pela Satya Capital, encerrou os seus três supermercados da marca Central na capital moçambicana e pediu insolvência.
No edital, o presidente da sociedade, Miguel Seixas, diz, segundo a Lusa, ter sido obrigado a pedir a insolvência junto do Tribunal Judicial da Cidade de Maputo devido à "impossibilidade de continuar a operar no mercado moçambicano" por causa da "queda acentuada no consumo das famílias". A conjuntura vigente provocou uma degradação da situação económica da sociedade, devido à redução das vendas desde o início da operação em Moçambique e dos elevados custos de produção.
O edital assinala que "não se prevê, apesar de todos os esforços envidados pela sociedade, que se atinjam os níveis necessários de vendas".

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Os supermercados da marca Central, em Moçambique, que tinham a participação da Sonae (em 30%), fecharam, e a sociedade que os geria entrou em processo de insolvência.
A Sonae garante, no entanto, que não tinha posição accionista suficiente para reverter esta situação. "O processo de insolvência resulta da impossibilidade de reverter a decisão do accionista maioritário de deixar de financiar o plano de negócios da empresa, não obstante termos sempre manifestado a nossa disponibilidade para continuar a financiar a nossa quota parte", revela ao Negócios fonte oficial da empresa de distribuição, acrescentando que "enquanto accionista minoritário, num cenário de cash flows negativos, não nos é possível impedir o desfecho de insolvência da empresa".
De acordo com uma notícia avançada pela Lusa, a S2, detida em 30% pela Sonae e em 70% pela Satya Capital, encerrou os seus três supermercados da marca Central na capital moçambicana e pediu insolvência.
No edital, o presidente da sociedade, Miguel Seixas, diz, segundo a Lusa, ter sido obrigado a pedir a insolvência junto do Tribunal Judicial da Cidade de Maputo devido à "impossibilidade de continuar a operar no mercado moçambicano" por causa da "queda acentuada no consumo das famílias". A conjuntura vigente provocou uma degradação da situação económica da sociedade, devido à redução das vendas desde o início da operação em Moçambique e dos elevados custos de produção.
O edital assinala que "não se prevê, apesar de todos os esforços envidados pela sociedade, que se atinjam os níveis necessários de vendas".
Questionada pelo Negócios sobre o seu futuro em Moçambique, fonte oficial da Sonae não fez mais comentários.

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