Elon Musk vai deixar o cargo de chairman da Tesla, como parte de um acordo com a SEC, a entidade reguladora do mercado de capitais nos Estados Unidos, para resolver as acusações de fraude relacionadas com o tweet em que o gestor anunciou a retirada da empresa de bolsa. Musk mantém-se, porém, como CEO da fabricante de carros eléctricos.
No âmbito deste acordo, a Tesla e Elon Musk terão de pagar 20 milhões de dólares, cada um, aos reguladores financeiros, a empresa terá de nomear dois novos directores independentes e implementar controlos para monitorizar as comunicações do CEO.
Na quinta-feira, a SEC acusou Musk, de 47 anos, de enganar os investidores com os tweets de 7 de Agosto que diziam que estava a considerar retirar a Tesla de bolsa a 420 dólares por acção, e que o financiamento estava assegurado.
De acordo com o regulador, os tweets não tinham qualquer fundamento, e o caos que se gerou no mercado prejudicou os investidores.
Segundo a Reuters, investidores e especialistas em governança empresarial consideram que o acordo pode fortalecer a Tesla, que foi prejudicada pelo recente comportamento de Musk, que incluiu fumar droga e empunhar uma espada num webcast, e atacar um dos mergulhadores do resgate de um grupo de jovens, na Tailândia.
"A pronta resolução deste assunto nos termos acordados é do melhor interesse dos nossos mercados e dos nossos investidores, incluindo os accionistas da Tesla", disse o presidente da SEC, Jay Clayton, em comunicado.
As acusações da SEC levaram as acções da Tesla a encerrarem a sessão de sexta-feira com uma descida de 13,90% para 264,77 dólares, que reduziu o seu valor de mercado para 45,2 mil milhões de dólares, um valor abaixo dos 47,5 mil milhões da General Motors.
Segundo a Reuters, nem a Tesla nem Elon Musk confirmaram ou negaram o conteúdo do acordo, que ainda tem de ser aprovado pelo tribunal.

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Elon Musk vai deixar o cargo de chairman da Tesla, como parte de um acordo com a SEC, a entidade reguladora do mercado de capitais nos Estados Unidos, para resolver as acusações de fraude relacionadas com o tweet em que o gestor anunciou a retirada da empresa de bolsa. Musk mantém-se, porém, como CEO da fabricante de carros eléctricos.
No âmbito deste acordo, a Tesla e Elon Musk terão de pagar 20 milhões de dólares, cada um, aos reguladores financeiros, a empresa terá de nomear dois novos directores independentes e implementar controlos para monitorizar as comunicações do CEO.
Na quinta-feira, a SEC acusou Musk, de 47 anos, de enganar os investidores com os tweets de 7 de Agosto que diziam que estava a considerar retirar a Tesla de bolsa a 420 dólares por acção, e que o financiamento estava assegurado.
De acordo com o regulador, os tweets não tinham qualquer fundamento, e o caos que se gerou no mercado prejudicou os investidores.
Segundo a Reuters, investidores e especialistas em governança empresarial consideram que o acordo pode fortalecer a Tesla, que foi prejudicada pelo recente comportamento de Musk, que incluiu fumar droga e empunhar uma espada num webcast, e atacar um dos mergulhadores do resgate de um grupo de jovens, na Tailândia.
"A pronta resolução deste assunto nos termos acordados é do melhor interesse dos nossos mercados e dos nossos investidores, incluindo os accionistas da Tesla", disse o presidente da SEC, Jay Clayton, em comunicado.
As acusações da SEC levaram as acções da Tesla a encerrarem a sessão de sexta-feira com uma descida de 13,90% para 264,77 dólares, que reduziu o seu valor de mercado para 45,2 mil milhões de dólares, um valor abaixo dos 47,5 mil milhões da General Motors.
Segundo a Reuters, nem a Tesla nem Elon Musk confirmaram ou negaram o conteúdo do acordo, que ainda tem de ser aprovado pelo tribunal.

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