O presunto mais caro do mundo – um pata negra com uma edição muito limitada e que chega a custar 500 euros por quilo – demora dez anos a ser produzido e é feito a 50 quilómetros da fronteira portuguesa, a cerca de 45 minutos de carro.
Há 26 anos que o catalão Eduardo Donato, um ex-construtor radicado no noroeste da Andaluzia, desenvolve este produto em Cortegana, Huelva, a partir da variedade de porco ibérico puro Manchado de Jabugo (a espécie de mais ameaçada e de que apenas restam pouco mais de uma centena de exemplares).
Uma variedade de crescimento lento, com alimentação natural e cuja cura pode demorar até seis anos (a que se juntam mais três a quatro de crescimento do animal). Resultado: cada peça chega a custar 4.100 euros (cerca de 500 euros por quilo), o que o torna no presunto mais caro do mundo, segundo o jornal espanhol El País.
Criados em campo aberto numa área de 80 hectares e sem quaisquer produtos químicos, por ano apenas 80 exemplares chegam ao mercado e são todos vendidos ao domicílio e através da internet para cidades como Bruxelas, Berlim, Viena, Luxemburgo ou Hong Kong. "O nosso compromisso com o meio ambiente obriga-nos a ter uma produção limitada", sustenta Eduardo Donato ao El País.
O presunto, comercializado pela Maladúa, foi classificado recentemente na Alemanha como o melhor produto biológico no seu género.

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O presunto mais caro do mundo – um pata negra com uma edição muito limitada e que chega a custar 500 euros por quilo – demora dez anos a ser produzido e é feito a 50 quilómetros da fronteira portuguesa, a cerca de 45 minutos de carro.
Há 26 anos que o catalão Eduardo Donato, um ex-construtor radicado no noroeste da Andaluzia, desenvolve este produto em Cortegana, Huelva, a partir da variedade de porco ibérico puro Manchado de Jabugo (a espécie de mais ameaçada e de que apenas restam pouco mais de uma centena de exemplares).
Uma variedade de crescimento lento, com alimentação natural e cuja cura pode demorar até seis anos (a que se juntam mais três a quatro de crescimento do animal). Resultado: cada peça chega a custar 4.100 euros (cerca de 500 euros por quilo), o que o torna no presunto mais caro do mundo, segundo o jornal espanhol El País.
Criados em campo aberto numa área de 80 hectares e sem quaisquer produtos químicos, por ano apenas 80 exemplares chegam ao mercado e são todos vendidos ao domicílio e através da internet para cidades como Bruxelas, Berlim, Viena, Luxemburgo ou Hong Kong. "O nosso compromisso com o meio ambiente obriga-nos a ter uma produção limitada", sustenta Eduardo Donato ao El País.
O presunto, comercializado pela Maladúa, foi classificado recentemente na Alemanha como o melhor produto biológico no seu género.

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