Os efeitos decorrentes da prolongada seca que afecta o Continente europeu provocaram a mais séria crise em 40 anos no sector vegetal da União Europeia, sustenta em comunicado a Associação Europeia de Produtores de Fruta e Vegetais (PROFEL, na sigla em inglês).
O Ministério da Agricultura de Portugal afiança que esta crise não afectou o sector nacional hortofrutícola que, em 2017, até registou importantes aumentos de produção.
O comunicado citado pelo Euroactive (site especializado em assuntos europeus) refere que "o calor e o clima seco", que se prolongaram em Julho, tornaram muito séria a situação dos produtores de vegetais que não experimentaram nada parecido nos "últimos 40 anos".
Ainda de acordo com o Euroactive, que contactou a PROFEL, os países-membros da União cuja produção vegetal foi mais afectada por esta seca são a França, Bélgica, Holanda, Alemanha, Hungria, Polónia e Reino Unido. Esta associação referiu também que o sector dos vegetais congelados e em lata foi o sector mais penalizado, com a seca a condicionar a capacidade produtiva e a provocar subidas dos custos de produção. Seja como for, para já não são esperados aumentos no preço final destes produtos. A PROFEL refere que em 2018 assistiu-se a uma redução na capacidade produtiva dos campos de cultivo de ervilhas e feijões de 20% a 50%. Tendo em conta este cenário, a Comissão Europeia já revelou que vai flexibilizar as exigências feitas aos produtores nesta fase de escassez de água. Ao Negócios e ainda sem dados oficiais, o Ministério da Agricultura salvaguarda que a produção agrícola nos primeiros oito meses do ano "está a correr bem". A tutela lembra ainda que apesar da seca extrema verificada em 2017, esse foi um "bom ano agrícola" para Portugal. No ano passado, a produção agrícola cresceu 7% e as exportações do sector cresceram 12%. O Ministério explica ainda que boa parte das produções de frutas e vegetais em solo nacional produzem com base em sistemas de regadio, o que as deixa menos vulneráveis aos efeitos decorrentes das alterações climáticas.

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Os efeitos decorrentes da prolongada seca que afecta o Continente europeu provocaram a mais séria crise em 40 anos no sector vegetal da União Europeia, sustenta em comunicado a Associação Europeia de Produtores de Fruta e Vegetais (PROFEL, na sigla em inglês).
O Ministério da Agricultura de Portugal afiança que esta crise não afectou o sector nacional hortofrutícola que, em 2017, até registou importantes aumentos de produção.
O comunicado citado pelo Euroactive (site especializado em assuntos europeus) refere que "o calor e o clima seco", que se prolongaram em Julho, tornaram muito séria a situação dos produtores de vegetais que não experimentaram nada parecido nos "últimos 40 anos".
Ainda de acordo com o Euroactive, que contactou a PROFEL, os países-membros da União cuja produção vegetal foi mais afectada por esta seca são a França, Bélgica, Holanda, Alemanha, Hungria, Polónia e Reino Unido.
Esta associação referiu também que o sector dos vegetais congelados e em lata foi o sector mais penalizado, com a seca a condicionar a capacidade produtiva e a provocar subidas dos custos de produção. Seja como for, para já não são esperados aumentos no preço final destes produtos.
A PROFEL refere que em 2018 assistiu-se a uma redução na capacidade produtiva dos campos de cultivo de ervilhas e feijões de 20% a 50%. Tendo em conta este cenário, a Comissão Europeia já revelou que vai flexibilizar as exigências feitas aos produtores nesta fase de escassez de água.
Ao Negócios e ainda sem dados oficiais, o Ministério da Agricultura salvaguarda que a produção agrícola nos primeiros oito meses do ano "está a correr bem". A tutela lembra ainda que apesar da seca extrema verificada em 2017, esse foi um "bom ano agrícola" para Portugal. No ano passado, a produção agrícola cresceu 7% e as exportações do sector cresceram 12%.
O Ministério explica ainda que boa parte das produções de frutas e vegetais em solo nacional produzem com base em sistemas de regadio, o que as deixa menos vulneráveis aos efeitos decorrentes das alterações climáticas.

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