"O crescimento acima da média europeia não é fruto do acaso, é porque mudámos as políticas", atirou o também líder do PS concluindo que "a economia continua a crescer acima da média europeia e a criar mais e melhor emprego"
Na resposta, o líder parlamentar do PSD, Fernando Negrão, notou que Costa não havia tocado "num ponto essencial para a economia e as finanças do país: a dívida pública que aumentou 20 mil milhões de euros nesta legislatura". "Estamos mais endividados", rematou Negrão.
António Costa reagiu lamentando que o deputado social-democrata siga "o caminho inverso das agências de 'rating'", numa alusão à recente decisão da S&P que elevou a classificação atribuída à dívida pública portuguesa para dois níveis acima de lixo. O primeiro-ministro acrescentou que a dívida está a diminuir e em 2019 vai cair para 117% do PIB.
Enquanto Costa fala na redução do endividamento face ao PIB, Negrão opta por apontar o aumento do valor nominal da dívida pública.
Bruxelas estimou em fevereiro que o PIB português cresça 1,7% este ano, depois de ter avançado 2,1% no ano anterior. A Comissão prevê que o PIB do conjunto dos 28 Estados-membros tenha crescido 1,9% no ano passado e que venha a aumentar 1,5% este ano.

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"O crescimento acima da média europeia não é fruto do acaso, é porque mudámos as políticas", atirou o também líder do PS concluindo que "a economia continua a crescer acima da média europeia e a criar mais e melhor emprego"
Na resposta, o líder parlamentar do PSD, Fernando Negrão, notou que Costa não havia tocado "num ponto essencial para a economia e as finanças do país: a dívida pública que aumentou 20 mil milhões de euros nesta legislatura". "Estamos mais endividados", rematou Negrão.
António Costa reagiu lamentando que o deputado social-democrata siga "o caminho inverso das agências de 'rating'", numa alusão à recente decisão da S&P que elevou a classificação atribuída à dívida pública portuguesa para dois níveis acima de lixo. O primeiro-ministro acrescentou que a dívida está a diminuir e em 2019 vai cair para 117% do PIB.
Enquanto Costa fala na redução do endividamento face ao PIB, Negrão opta por apontar o aumento do valor nominal da dívida pública.
Bruxelas estimou em fevereiro que o PIB português cresça 1,7% este ano, depois de ter avançado 2,1% no ano anterior. A Comissão prevê que o PIB do conjunto dos 28 Estados-membros tenha crescido 1,9% no ano passado e que venha a aumentar 1,5% este ano.

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