Um dos membros do conselho de governadores do Banco Central Europeu (BCE), Francois Villeroy de Galhau, afirmou em entrevista ao El País que o abrandamento económico na Europa é significativo. Ao mesmo tempo prometeu uma abordagem "pragmática" do banco central no uso das principais ferramentas de política monetária, que incluem os juros.
Questionado sobre o impacto que os recentes dados económicos, que estão abaixo do esperado, teriam algum impacto no calendário do aumento de juros, Villeroy respondeu que o banco central vai analisar os números. "A questão chave é se o abrandamento será temporário – com um recuo durante este ano – ou mais duradouro", continuou o governador.
Até agora, a indicação deixada pelo banco central era a de que a política monetária expansionista se iria manter até ao fim do verão, pelo que os analistas contavam que existissem subidas de juros no último trimestre do ano.
Villeroy preside atualmente oo banco central francês e é visto como um dos favoritos para suceder a Mario Draghi no cargo de presidente do BCE, o qual este terá de abandonar no próximo outubro.
As declarações de Villeroy repetem o tom das declarações já proferidas pelo membro da Comissão Executiva do BCE, Benoit Coeure, que na passada sexta-feira afirmou estar em discussão a hipótese de o BCE fazer novos empréstimos a longo-prazo aos bancos europeus.

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Um dos membros do conselho de governadores do Banco Central Europeu (BCE), Francois Villeroy de Galhau, afirmou em entrevista ao El País que o abrandamento económico na Europa é significativo. Ao mesmo tempo prometeu uma abordagem "pragmática" do banco central no uso das principais ferramentas de política monetária, que incluem os juros.
Questionado sobre o impacto que os recentes dados económicos, que estão abaixo do esperado, teriam algum impacto no calendário do aumento de juros, Villeroy respondeu que o banco central vai analisar os números. "A questão chave é se o abrandamento será temporário – com um recuo durante este ano – ou mais duradouro", continuou o governador.
Até agora, a indicação deixada pelo banco central era a de que a política monetária expansionista se iria manter até ao fim do verão, pelo que os analistas contavam que existissem subidas de juros no último trimestre do ano.
Villeroy preside atualmente oo banco central francês e é visto como um dos favoritos para suceder a Mario Draghi no cargo de presidente do BCE, o qual este terá de abandonar no próximo outubro.
As declarações de Villeroy repetem o tom das declarações já proferidas pelo membro da Comissão Executiva do BCE, Benoit Coeure, que na passada sexta-feira afirmou estar em discussão a hipótese de o BCE fazer novos empréstimos a longo-prazo aos bancos europeus.

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