A aprovação da legislação era um requisito imprescindível para que o Eurogrupo pudesse dar luz verde ao desembolso da próxima tranche de empréstimo, de 7.000 milhões de euros, na reunião prevista para dia 22.
O Governo confia em que os credores concederão ao país um alívio da dívida, que alcança 179% do Produto Interno Bruto (PIB) e que entidades como o Fundo Monetário Internacional consideram insustentável.

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